Como todos já viram durante a semana anterior, em questão de horas uma banda de Curitiba, que ninguém nunca tinha ouvido falar, se tornou um grande fenômeno virtual.
Após 1 semana de vídeo disponível no youtube, são mais de 4 milhões de visualizações. Ingressos de shows esgotados, muitas paródias e várias opiniões.
Foi pro offline. De repente o Brasil conhecia “A banda mais bonita da cidade”, com um clipe muito interessante, uma música ala estudantes universitários que tocam violão no seu intervalo, mas nada, absolutamente nada de diferente. Tanto que a idéia do clipe já foi usada em outros e até o estilo da música é muito comum por aí. E a banda já admitiu tudo isso.
Claro que gosto não se discute, particularmente a mim não agrada, mas confesso que na primeira vez que vi achei uma gracinha, ainda mais que conhecia um dos presentes no vídeo, que já é um brother antigo. Porém, não fazia ideia no que isso ia dar.
Mas não é isso que precisamos discutir aqui, sendo que todos já devem estar cansados de ouvir sobre. O que eu gostaria de apontar é justamente a força que o ‘boca-a-boca’ virtual tem nos dias de hoje.
Ao enviar qualquer material para o online, a conseqüência é imprevisível. Foi assim com a Rebecca Black (quem não se irritou completamente com o refrão Friday Friday, fun fun fun) e com muitos outros virais que nem se tratam de música.
A verdade é que não há regras. Da mesma forma que “A banda mais bonita da cidade” não imaginou a repercussão do seu primeiro clipe, a Luisa Marilac também não imaginou, com seu vídeo bizarro mostrando estar muito bem na Europa.
Como já ouvi em várias palestras de mídias sociais, o viral só é viral depois que vira viral. Ou seja, não há como planejar isso em uma campanha, por exemplo.
O importante é confiar naquilo que se está produzindo, caso seja um vídeo feito para a internet. Mas, é sempre legal dividir as opiniões. E se você tem alguma dica, sinta-se a vontade para expor aqui.




















