Se você ler por aí a respeito do “Second Love” pode se assustar a princípio, seguido de lembranças de um movimento tão conhecido nos anos 70: Hippies e o amor livre.
E não é que esse assunto voltou a fazer polêmica em pleno século XXI? Aqueles que gostam de uma aventura amorosa e só desejam envolvimentos sem compromisso já tem lugar certo para achar: a rede social “Second Love”.
O site é holandês, não é de espantar, e acompanha a “modernidade” do país desde 2008. Porém, ultrapassou oceanos e chega ao Brasil. O cadastro é gratuito e o principal requisito é ter no mínimo 25 anos. Mas, para garantir a veracidade das informações postadas, o site exige uma assinatura, assim é possível a interação com os outros cadastrados. As funcionalidades estarão disponíveis em julho.
Então a polêmica, que já existe em outros países europeus, aos poucos chega ao nosso país, levantando a seguinte questão: Até onde vão os limites e pudores na internet?
Se formos analisar bem, sites e blogs pornôs têm grande espaço por aqui. Muitos homens, mulheres ou mesmo casais são adeptos às visitas diárias e até mesmo interagem com outros usuários com o mesmo interesse. Então, não seria uma finalidade parecida ao Second Life?
Talvez, por se tratar de algo bem mais segmentado e ter certos requisitos para seu uso, a rede promete dar o que falar. Seja por estimular a promiscuidade, o adultério ou mesmo questões de seguranças – que há promessas que sejam extremamente respeitadas.
De qualquer forma, vale a observação acima. Já lidamos com a evolução do comportamento humano perante a pornografia, seja pela aceitação ou pelo uso dela. O pornô na web sempre esteve presente de alguma forma, mas não estamos falando de uma rede social pornô, e sim de encontros, que resultam ao casual.
As diversas opiniões ainda virão à tona. Se tiver alguma, fique a vontade para expor!





















